Página Inicial
Favoritos
Músicas
Enviar por email
Chat
 

Notícias  
Publicidade





   Academias
   Baladas
   Direito Homoafetivo
   DJ´s
   Gastronomia
   Hotéis
   Notícias
   Personal Trainer
   Ponto de Encontro
   Prevenção
   Rádios
   Saúde
   Turismo
   Coluna Social
   Parceiros
   Anuncie
   Adm Anunciante
   Acesso Entretenimento
   Cadastro Entretenimento
   Fale Conosco
Anuncie - Política de Privacidade - Acordo de Utilização - Serviço CaraMetade - Fale Conosco
Todos os direitos reservados. © Copyright 2004 CaraMetade.
Notícias
12/03/2010 - 12:21:53
Título: Governo estuda importar tecnologia para a fabricação de preservativos femininos
Fonte: AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DA AIDS

Esse alto preço dificulta o uso do insumo preventivo entre as mulheres de baixa renda, o que está motivando o governo a procurar pela transferência de tecnologia para a fabricação no Brasil com látex nacional.

A informação é do técnico da área de prevenção do DEPARTAMENTO DE DST, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde Ivo Brito.

"Infelizmente, ainda hoje a CAMISINHA feminina é de elite por conta do preço que é vendida nas farmácias", comentou Brito durante sua participação nesta quinta-feira, 11 de março, na oficina de Parcerias Público-Privadas (PPP) na luta contra o HIV/AIDS, a Tuberculose e a Malária em São Paulo.
Segundo o técnico em prevenção, se simularmos um uso do PRESERVATIVO feminino numa média de três vezes por semana, a soma fica superior a 40 reais por mês.

"Isso pesa muito para uma família de baixa renda", argumentou.

Brito disse que o Ministério da Saúde faz compras internacionais a um preço de aproximadamente R$ 1,80 por unidade, mas que vai negociar melhores preços tanto para compras estatais, quanto para a venda no comercio regular.

"O ideal seria nossa compra por 0,50 centavos de dólar (90 centavos de real) e uma média de cinco reais na farmácia, o que aproximaria dos preços das camisinhas masculinas personalizadas."
O técnico disse ainda que neste ano as negociações serão mais "duras" com os fabricantes do produto.

"Fazemos o incentivo fiscal, mas mesmo assim os produtores alegam o custo alto da matéria-prima como forma de cobrar esses preços, mas temos que buscar mais alternativas", comentou. "Uma ideia seria produzi-lo em Xapuri (na fábrica de PRESERVATIVOS já em atividade no Acre)", finalizou.
A oficina de Parcerias Público-Privadas na luta contra o HIV/AIDS ocorreu na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo com apoio do Fundo Global contra a Tuberculose, Malária e AIDS; do Conselho Empresarial Nacional para a Prevenção em HIV e AIDS e do Unaids (Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e AIDS).

Rodrigo Vasconcellos







       
  fechar[x]

Obrigado pela preferência. Estamos direcionando esta solicitação á empresa responsável pela proposta de serviço aqui expressa, após recebimento a mesma entrará em contato.

Nome:  
DDD:  
      Telefone:         Celular:  
E-mail:  
Endereço:  
Bairro:  
Cidade:  
Estado:  
CEP:  
Busque seu CEP
  Descreva detalhadamente sua solicitação para melhor atende-lo.
                                   
  fechar[x]


Obrigado pela preferência. Estamos direcionando esta mensagem ao seu amigo(a).

Seu nome:  
E-mail:  
Destinatário:  
E-mail:  
  Comentários: